Golpe de criptomoedas: por que devo entrar na Justiça?

Nos últimos meses, uma série de supostos golpes envolvendo criptomoedas veio à tona em reportagens e em operações da Polícia Federal. Milhares de pessoas aplicaram investimentos em empresas que agora estão sendo investigadas pelas autoridades.

Em Caxias do Sul, por exemplo, estima-se que os moradores da cidade tenham investido mais de R$ 120 milhões na InDeal. A empresa figura entre as marcas investigadas por supostas fraudes.

Por vergonha de terem caído em um golpe ou então por desconhecimento dos seus direitos, muitas pessoas lesadas ainda não acionaram a Justiça para reaver os seus investimentos. Nesses casos, as recomendações jurídicas do escritório GTA Advocacia apontam que o ideal é sempre protocolar um processo na Justiça, objetivando o ganho de uma liminar assecuratória, ou seja, conseguir garantir a busca de algum patrimônio que possa assegurar a dívida no final do processo.

Essa estratégia é essencial porque, por mais que vários representantes das empresas de criptomoedas assegurem que irão realizar os pagamentos em algum momento, essas organizações estão sendo fiscalizadas pelo poder público por razões que indicam ilegalidade. “Onde há fumaça, há fogo. Não é possível saber se esta posição dos representantes das empresas será a mesma amanhã ou depois. Lembrando que um processo na Justiça não impede que a empresa entre em contato de forma voluntária e faça um pagamento amigável com a consequente retirada de dito processo. Ele só dá segurança maior para que a vítima da empresa de criptomoedas possa dormir sossegado, sabendo que suas chances de recebimento dos valores aportados são muito maiores. Independentemente de quanto durar um processo”, explica Gabriel Turani, advogado e sócio-diretor do escritório GTA Advocacia.

GTA Advocacia registra sucesso em 100% das liminares nessa temática

O escritório GTA Advocacia tem tido, atualmente, sucesso em 100% das liminares buscadas na Justiça em assuntos envolvendo o universo de moedas virtuais. Essas liminares não só colocam restrições nos carros dos sócios das empresas de criptomoedas, como reservam também valores já assegurados pela Justiça por intermédio dos processos criminais que investigam as organizações e seus sócios.

Além disso, o sócio-diretor da empresa, Gabriel Turani, tem um vasto conhecimento sobre empresas que atuam em esquema de pirâmide, tendo feito vários processos contra organizações que praticam este tipo de golpe financeiro.

Quer saber mais? Entre em contato com nossa equipe pelo (54) 3538.8831 ou pelo e-mail contato@gtaadvocacia.com e agende uma consulta. Garantimos total sigilo profissional quanto a sua identidade!

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